https://www.pmerechim.rs.gov.br//noticia/972/situao-da-cotrel-preocupa-prefeitos-da-amau
11/09/2007
Situação da Cotrel preocupa prefeitos da Amau
Situação da Cotrel preocupa prefeitos da Amau
Dois assuntos dominaram a pauta da reunião da Associação de Municípios do Alto Uruguai – Amau – realizada hoje na Escola Agrícola Ângelo Emílio Grando: o centro de treinamento de agricultores coordenado pela Emater-Ascar/RS e situação da Cotrel diante da venda da marca Nobre a a demissão de funcionários. No primeiro a situação as instalações se tornaram pequenas para atender a demanda de treinamento. Como o Governo do Estado está restringindo os investimentos em detrimento do desequilíbrio financeiro das contas do Estado, os prefeitos estão dispostos a colocar recursos dos municípios para auxiliar na melhoria do local.
Com respeito à Cotrel a preocupação é emergente se relaciona com a venda da marca Nobre para a Aurora a demissão dos funcionários dos frigoríficos em nome de uma reestruturação geral dos recursos humanos. De acordo com denúncias do Sindicato da Alimentação não existe garantia nenhuma do reaproveitamento dos demitidos e a assembléia geral para tratar do assunto entre as parceiras está marcada para o próximo sábado (15).
Sugestão
O prefeito Eloi Zanella sugeriu à direção da Amau que solicite às direções da Cotrel e da Aurora que forneçam informações sobre as negociações que envolvem a venda da marca Nobre e o que será feito em relação a manutenção dos empregos dos funcionários. A resposta deverá ser encaminhada até a próxima quinta-feira (13) quando a entidade de prefeito se reunirá extraordinariamente para tratar do assunto. Conforme a resposta os prefeitos irão procurar as partes diretamente envolvidas.
Os prefeitos trabalham em cima de suposições, pois não existem informações oficiais da Cotrel. Na avaliação do prefeito de Erechim é evidente o reaproveitamento daqueles funcionários com qualificação técnica. Mas tem a questão salarial que deverá ser revista. “Não acreditamos que a empresa irá demitir todo o mundo e não readmitir ninguém”, avaliou.
A preocupação de todos é com a convulsão social que novamente ameaça a região de atuação da Cotrel. Zanella resgatou que a demissão de funcionários não esteve em pauta, na oportunidade da negociação entre a Cotrel e a Aurora que resultou no aluguel dos frigoríficos. A demissão envolveria valores altíssimos de indenização e esta não era a finalidade principal. Portanto, não se trata-se de um fato novo e sim a continuidade das negociações, mas com ingredientes novos, entre eles a ameaça efetiva de pessoas perderem o emprego, sublinhou.
Limite
Apesar dos prefeitos não terem atuação direta sobre a Cotrel, uma empresa de direito privado e com a sua gestão controlada por assembléia de associados, o efeito das demissões causará problemas sociais em todos os municípios de atuação da Cotrel, exatamente os mesmos integrados pela Amau.
O que os prefeitos querem saber das direções de Cotrel e Aurora é qual a política a ser adotada num futuro próximo com relação aos funcionários principalmente, já que no campo comercial tudo parece andar certo.
Com respeito à Cotrel a preocupação é emergente se relaciona com a venda da marca Nobre para a Aurora a demissão dos funcionários dos frigoríficos em nome de uma reestruturação geral dos recursos humanos. De acordo com denúncias do Sindicato da Alimentação não existe garantia nenhuma do reaproveitamento dos demitidos e a assembléia geral para tratar do assunto entre as parceiras está marcada para o próximo sábado (15).
Sugestão
O prefeito Eloi Zanella sugeriu à direção da Amau que solicite às direções da Cotrel e da Aurora que forneçam informações sobre as negociações que envolvem a venda da marca Nobre e o que será feito em relação a manutenção dos empregos dos funcionários. A resposta deverá ser encaminhada até a próxima quinta-feira (13) quando a entidade de prefeito se reunirá extraordinariamente para tratar do assunto. Conforme a resposta os prefeitos irão procurar as partes diretamente envolvidas.
Os prefeitos trabalham em cima de suposições, pois não existem informações oficiais da Cotrel. Na avaliação do prefeito de Erechim é evidente o reaproveitamento daqueles funcionários com qualificação técnica. Mas tem a questão salarial que deverá ser revista. “Não acreditamos que a empresa irá demitir todo o mundo e não readmitir ninguém”, avaliou.
A preocupação de todos é com a convulsão social que novamente ameaça a região de atuação da Cotrel. Zanella resgatou que a demissão de funcionários não esteve em pauta, na oportunidade da negociação entre a Cotrel e a Aurora que resultou no aluguel dos frigoríficos. A demissão envolveria valores altíssimos de indenização e esta não era a finalidade principal. Portanto, não se trata-se de um fato novo e sim a continuidade das negociações, mas com ingredientes novos, entre eles a ameaça efetiva de pessoas perderem o emprego, sublinhou.
Limite
Apesar dos prefeitos não terem atuação direta sobre a Cotrel, uma empresa de direito privado e com a sua gestão controlada por assembléia de associados, o efeito das demissões causará problemas sociais em todos os municípios de atuação da Cotrel, exatamente os mesmos integrados pela Amau.
O que os prefeitos querem saber das direções de Cotrel e Aurora é qual a política a ser adotada num futuro próximo com relação aos funcionários principalmente, já que no campo comercial tudo parece andar certo.
