Prefeitura Municipal de Erechim - Surto de rubéola no Estado deixa Secretaria Municipal de Saúde em alerta

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05/09/2007

Surto de rubéola no Estado deixa Secretaria Municipal de Saúde em alerta

Surto de rubéola no Estado deixa Secretaria Municipal de Saúde em alerta

Surto de rubéola no Estado deixa Secretaria Municipal de Saúde em alerta

    A Secretaria Municipal de Saúde de Erechim, através do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunizações, esta informando a comunidade sobre a presença de surtos de rubéola no Rio Grande do Sul, o que coloca o município em alerta.
    A rubéola é uma doença transmissível, de etiologia viral, geralmente benigna, mas com potencial de causar malformações fetais graves se contraída pela gestante, especialmente no 1º trimestre. “Frente a esta situação é necessário implementar a vigilância, observando que é considerado caso suspeito de rubéola toda pessoa que apresentar febre, dores nos músculos e articulações, prostração, dores de cabeça, surgimento de ínguas e manchas na pele, independente da idade e situação vacinal”, salienta a Coordenadora da Vigilância Epidemiológica Sandra de Moraes.
    A Coordenadora de Imunizações Carla Strapasson recomenda aos casos suspeitos ou confirmados que evitem o contato com indivíduos sem a doença durante o período do início do exantema, até 7 dias após, para reduzir o risco de transmissão viral. “Em situações de surto de rubéola, existe um risco aumentado de ocorrência da síndrome da rubéola congênita (SRC) em recém-nascidos de mulheres expostas ao vírus durante o período gestacional”.
    De acordo com a Secretária Municipal de Saúde, diante desta situação enfrentada no Estado, o município de Erechim esta implementando ações de vigilância em várias instituições, através de bloqueio vacinal em faixa etária específica e de acordo situação vacinal. “Inicialmente estaremos atuando junto às empresas do ramo hoteleiro, de transportes e em empresa que atuam em local de surto. Posteriormente estenderemos nossas ações à outras instituições que possam representar risco de porta de entrada do agravo. Também estão sendo alertadas as instituições de saúde, para que encaminhem todos os casos suspeitos ao Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunizações, onde é realizada a notificação e investigação dos casos suspeitos”.
    O virus da rubéola só é realmente perigoso quando a infecção ocorre durante a gravidez, com invasão da placenta e infecção do embrião, especialmente durante os primeiros três meses de gestação. Nestas circunstâncias, a rubéola pode causar aborto, morte fetal, parto prematuro e mal-formações congênitas (cataratas, glaucoma, surdez, cardiopatia congênita, microcefalia com retardo mental ou espinha bífida).