https://www.pmerechim.rs.gov.br//noticia/945/chama-crioula-j-est-em-erechim
03/09/2007
Chama Crioula já está em Erechim
Chama Crioula já está em Erechim
A Chama Crioula chegou em Erechim no domingo, dia 2. Às 11h30m, Zulmir Sotoriva, coordenador regional do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) no Alto Uruguai cercado de autoridades civis, militares e dezenas de tradicionalistas, recebeu a centelha que permanecerá aos cuidados do CTG Sentinela da Querência até o dia 14, quando será conduzida até à Praça da Bandeira, e distribuída para 35 municípios que integrantes da 19ª Região Tradicionalista. O símbolo maior da Semana Farroupilha foi conduzido desde a cidade de São Nicolau – na região das Missões, por um grupo de cavalarianos erechinenses.
Viagem
A comitiva de 10 cavalarianos mais quatro apoiadores encarregados da alimentação e do transporte dos animais de reserva saiu de Erechim no dia 14 de agosto de caminhão. Em São Nicolau, cidade homenageada este ano pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho por ser a primeira “Estância Gaúcha”, participaram da solenidade de acendimento da Chama Crioula, no dia 18, pelo Presidente do MITG e no dia seguinte a cavalgada teve início. Foram dez cavalarianos a enfrentar o desafio: Luiz, Enio, Dirceu, Claiton, Hugo, Sérgio, Orlando, Moro e Otacílio. Percorreram mais de 400 kms cruzando os municípios de: São Luiz Gonzaga, Entre Ijuís, Panambi, Santa Barbara, Saldanha Marinho, Carazinho, Passo Fundo, Coxilha, Sertão e Getúlio Vargas.
Homenagens
A epopéia marcou para sempre os cavalarianos. Na proporção que a viagem se desenvolvia e a notícia se espalhava ao longo do trecho mais curiosidade cercava a cavalgada. Em Carazinho a recepção contou com mais de 150 cavaleiros. O prefeito entregou simbolicamente “a chave da cidade” para nós – lembrou Enio Tormen.
Guarda
Jaci Antônio Lichinski, patrão do Sentinela da Querência, responsável pela guarda da Chama Crioula até o dia 14, salientou que a Semana Farroupilha já iniciou. Ele citou as contendas existentes no mundo todo como motivo de preocupação da humanidade e chamou atenção para as guerras silenciosas da inveja, da ganância, do poder, do ter, do ser que ameaçam a sociedade. Já para os cavalarianos disse que são exemplos de cidadania e de representantes do entendimento e da fraternidade em torno dos símbolos que envolvem e fortalecem o tradicionalismo gaúcho. “Que tenhamos paz na Semana Farroupilha. Quanto a nós do Sentinela da Querência, nos sentimos muito honrados com a missão de guardar a Chama”. Finalizou.
Transporte
O tradicionalista Luiz Elbi, líder do grupo de cavalarianos que conduziu a chama desde São Nicolau, explicou que a cidade missioneira foi escolhida para sede do acendimento da Chama Crioula porque foi lá chegou o primeiro cavalo, o primeiro boi e foi rezada a primeira missa em solo gaúcho no século 16.A viagem foi sucesso absoluto e sem nenhum contratempo graças a união de todo o grupo e a presteza dos cozinheiros e apoiadores. Destacou a presença de um pai e de um filho na comitiva, oportunizando o sentimento que une uma família tradicionalista. Quanto a acolhida durante a cavalgada, destacou que a hospitalidade pode não significar nada para quem oferece, mas é muito para quem recebe. “Não esqueceremos os que nos acolheram, mesmo que já façam parte do nosso passado. Ficarão na lembrança da alegria que vivemos”, sublinhou.
Viagem
A comitiva de 10 cavalarianos mais quatro apoiadores encarregados da alimentação e do transporte dos animais de reserva saiu de Erechim no dia 14 de agosto de caminhão. Em São Nicolau, cidade homenageada este ano pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho por ser a primeira “Estância Gaúcha”, participaram da solenidade de acendimento da Chama Crioula, no dia 18, pelo Presidente do MITG e no dia seguinte a cavalgada teve início. Foram dez cavalarianos a enfrentar o desafio: Luiz, Enio, Dirceu, Claiton, Hugo, Sérgio, Orlando, Moro e Otacílio. Percorreram mais de 400 kms cruzando os municípios de: São Luiz Gonzaga, Entre Ijuís, Panambi, Santa Barbara, Saldanha Marinho, Carazinho, Passo Fundo, Coxilha, Sertão e Getúlio Vargas.
Homenagens
A epopéia marcou para sempre os cavalarianos. Na proporção que a viagem se desenvolvia e a notícia se espalhava ao longo do trecho mais curiosidade cercava a cavalgada. Em Carazinho a recepção contou com mais de 150 cavaleiros. O prefeito entregou simbolicamente “a chave da cidade” para nós – lembrou Enio Tormen.
Guarda
Jaci Antônio Lichinski, patrão do Sentinela da Querência, responsável pela guarda da Chama Crioula até o dia 14, salientou que a Semana Farroupilha já iniciou. Ele citou as contendas existentes no mundo todo como motivo de preocupação da humanidade e chamou atenção para as guerras silenciosas da inveja, da ganância, do poder, do ter, do ser que ameaçam a sociedade. Já para os cavalarianos disse que são exemplos de cidadania e de representantes do entendimento e da fraternidade em torno dos símbolos que envolvem e fortalecem o tradicionalismo gaúcho. “Que tenhamos paz na Semana Farroupilha. Quanto a nós do Sentinela da Querência, nos sentimos muito honrados com a missão de guardar a Chama”. Finalizou.
Transporte
O tradicionalista Luiz Elbi, líder do grupo de cavalarianos que conduziu a chama desde São Nicolau, explicou que a cidade missioneira foi escolhida para sede do acendimento da Chama Crioula porque foi lá chegou o primeiro cavalo, o primeiro boi e foi rezada a primeira missa em solo gaúcho no século 16.A viagem foi sucesso absoluto e sem nenhum contratempo graças a união de todo o grupo e a presteza dos cozinheiros e apoiadores. Destacou a presença de um pai e de um filho na comitiva, oportunizando o sentimento que une uma família tradicionalista. Quanto a acolhida durante a cavalgada, destacou que a hospitalidade pode não significar nada para quem oferece, mas é muito para quem recebe. “Não esqueceremos os que nos acolheram, mesmo que já façam parte do nosso passado. Ficarão na lembrança da alegria que vivemos”, sublinhou.






