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03/08/2007
Exposição Filatélica em cartaz no Castelinho
Exposição Filatélica em cartaz no Castelinho
A comunidade de Erechim e Região pode conferir até o dia 15 de agosto, em horário comercial, no Castelinho, a Exposição Filatélica Temática – Fauna, de Walter Ângelo Espinato. Ao todo são mais de mil selos postais da América do Sul, América Central, Europa, África, Europa, Oceania e Ásia.
A Filatelia é o estudo e o colecionismo de selos postais e materiais relacionados, e tem várias áreas de estudo. O objetivo deste hobby é selecionar selos para compor uma colecção que pode ser geral ou temática.
De acordo com Walter Espinato os filatelistas de todo o mundo estão unidos por um único ideal: a vontade de conhecer mais sobre um lugar, objeto, pessoa, país, etc. É o conhecimento que estimula os filatelistas a continuar com seu hobby apesar da diminuição das correspondências via Correios.
História
A filatelia, o mais popular de todos os passatempos, ainda está em alta mundialmente: conta com cerca de 30 milhões de adeptos e movimenta aproximadamente U$ 16 bilhões de doláres por ano. No Brasil, terceiro país do mundo que emitiu selos, essa atividade é tida como uma das mais ricas do planeta, onde o famoso Olho-de-boi, precussor da filatelia brasileira, foi impresso em 1843.
A Inglaterra, terra que criou o selo no século XIX, em 1840, também se destaca com a Exposição Filatélica Mundial, evento que acontece a cada dez anos. (A última exposição foi no ano de 2000). Em 1856, o selo, também em Londres, surgiu pela primeira vez como passatempo e atividade comercial, com a abertura da casa filatélica Stanley Gibbons, considerada a equivalente ao “Índice Dow Jones”, uma vez que ela realiza avaliações de preços de selos em nível mundial.
A atividade não é apenas lúdica e continua cada vez mais valorizada: a quadra (quatro selos juntos) com a imagem do avião Jenny, o selo mais caro dos Estados Unidos, foi vendida há pouco por quase US$ 3 milhões. A popularidade do setor também anda de vento em popa graças à internet.
A Filatelia é o estudo e o colecionismo de selos postais e materiais relacionados, e tem várias áreas de estudo. O objetivo deste hobby é selecionar selos para compor uma colecção que pode ser geral ou temática.
De acordo com Walter Espinato os filatelistas de todo o mundo estão unidos por um único ideal: a vontade de conhecer mais sobre um lugar, objeto, pessoa, país, etc. É o conhecimento que estimula os filatelistas a continuar com seu hobby apesar da diminuição das correspondências via Correios.
História
A filatelia, o mais popular de todos os passatempos, ainda está em alta mundialmente: conta com cerca de 30 milhões de adeptos e movimenta aproximadamente U$ 16 bilhões de doláres por ano. No Brasil, terceiro país do mundo que emitiu selos, essa atividade é tida como uma das mais ricas do planeta, onde o famoso Olho-de-boi, precussor da filatelia brasileira, foi impresso em 1843.
A Inglaterra, terra que criou o selo no século XIX, em 1840, também se destaca com a Exposição Filatélica Mundial, evento que acontece a cada dez anos. (A última exposição foi no ano de 2000). Em 1856, o selo, também em Londres, surgiu pela primeira vez como passatempo e atividade comercial, com a abertura da casa filatélica Stanley Gibbons, considerada a equivalente ao “Índice Dow Jones”, uma vez que ela realiza avaliações de preços de selos em nível mundial.
A atividade não é apenas lúdica e continua cada vez mais valorizada: a quadra (quatro selos juntos) com a imagem do avião Jenny, o selo mais caro dos Estados Unidos, foi vendida há pouco por quase US$ 3 milhões. A popularidade do setor também anda de vento em popa graças à internet.

