Prefeitura Municipal de Erechim - Banheiros públicos continuam sendo alvo de destruição

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06/03/2007

Banheiros públicos continuam sendo alvo de destruição

Banheiros públicos continuam sendo alvo de destruição

Banheiros públicos continuam sendo alvo de destruição

    Atos de vandalismo continuam atingindo o patrimônio público. Apesar de todas as iniciativas da Prefeitura de Erechim para conter as depredações, nos dois últimos finais de semana o banheiro localizado na Praça Júlio de Castilhos foi totalmente destruído.
    Segundo o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Luiz Felipe De Marchi, os vândalos agiram de maneira brutal. “Duas pias foram quebradas, estouradas e arrancadas. Conclusão: No total de três pias lavatório, apenas uma permanecerá no banheiro masculino, sendo que a única que sobrou no local receberá proteção de concreto e, mais uma vez, quem sai perdendo são os munícipes que ficarão impossibilitados de utilizá-lo”.
    No entanto, de acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável pela recuperação do local, os consertos e reformas deverão ser concluídos ainda esta semana. “Infelizmente, este não foi um ato isolado. Uma rotina quase que diária atinge como um todo a infra-estrutura urbana. São pichações em muros de escolas, destruição de bancos instalados em praças e canteiros, danos em lixeiras, em brinquedos, além de outros equipamentos. Até nos canteiros adotados pela população estão ocorrendo danos com a destruição das placas” salienta De Marchi.
    Como forma de coibir a ação dos vândalos, a população pode colaborar com a Prefeitura denunciado furtos, destruições e depredações do patrimônio público. “Sabemos que a população espera uma melhor utilização dos recursos, como por exemplo na realização de novas obras. Mas como fazê-las, se precisamos consertar o que é estragado ou roubado pelos vândalos”, indaga o Secretário de Meio Ambiente, pedindo a colaboração da comunidade na manutenção e conservação destes bens que são pagos através dos impostos arrecadados, lembrando que no geral, saem dos cofres públicos em média R$ 30 mil por mês para a recuperação dos bens destruídos.