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07/05/2008
Secretaria Municipal de Educação promove atualização de professores
Secretaria Municipal de Educação promove atualização de professores
Alunos agitados ou desatentos sempre causam preocupação. Antes de atribuir a eles algum tipo de perturbação, contudo, é preciso observá-los atentamente. Existe hoje uma tendência pelo diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção. O distúrbio de déficit de atenção pode ou não ser acompanhado de hiperatividade (TDA/H). Mas nem sempre o comportamento que destaca o aluno do grupo esta relacionado ao distúrbio. Há uma série de componentes sociais que também levam a criança a manifestar-se de modo não-convencional. Por isso, informar-se sobre o assunto e conversar com os pais são os primeiros passos na busca de um encaminhamento para a questão.
O transtorno pode se manifestar de duas maneiras. Uma delas, mais freqüente nas meninas, se caracteriza pela desatenção. O outro tipo, que acomete mais os meninos, se caracteriza por hiperatividade ou impulsividade. É no ambiente escolar que tal comportamento costuma ser notado, mas, não é com o ingresso da criança na escola que esse comportamento surge, pois o mesmo acompanha a criança desde o nascimento.
A desatenção e a falta de autocontrole colocam a criança em um grande risco para as dificuldades escolares em termos de desempenho acadêmico e interações com adultos e demais pessoas.
Assim, para melhorar a qualidade de vida e garantir um aproveitamento escolar satisfatório para uma criança com TDA/H, a escola e a família precisam estabelecer uma estreita relação.
O conhecimento sobre o TDA/H é o passo inicial para ajudar a criança em seu processo educacional. Quanto mais informado o professor estiver a respeito do TDA/H, suas implicações e formas de manejo, maior a chance da criança obter um bom desempenho escolar. Além da importância do estilo de interação que o professor estabelece com a criança e/ou adolescente, é essencial que adote uma abordagem sobre o processo educacional, troque informações ou conheça diferentes formas de atuação e/ou experiência desenvolvida por outros professores e se recicle, profissionalmente, constantemente.
Visando possibilitar este espaço, os coordenadores pedagógicos e os professores que compõem a equipe de apoio ao processo ensino-aprendizagem das Escolas Municipais, participaram no mês de abril, de uma atualização ministrada pelas psicólogas Raquel Zamboni e Susana Cláudia Zakrzevski, que abordaram a temática do TDA/H.
O transtorno pode se manifestar de duas maneiras. Uma delas, mais freqüente nas meninas, se caracteriza pela desatenção. O outro tipo, que acomete mais os meninos, se caracteriza por hiperatividade ou impulsividade. É no ambiente escolar que tal comportamento costuma ser notado, mas, não é com o ingresso da criança na escola que esse comportamento surge, pois o mesmo acompanha a criança desde o nascimento.
A desatenção e a falta de autocontrole colocam a criança em um grande risco para as dificuldades escolares em termos de desempenho acadêmico e interações com adultos e demais pessoas.
Assim, para melhorar a qualidade de vida e garantir um aproveitamento escolar satisfatório para uma criança com TDA/H, a escola e a família precisam estabelecer uma estreita relação.
O conhecimento sobre o TDA/H é o passo inicial para ajudar a criança em seu processo educacional. Quanto mais informado o professor estiver a respeito do TDA/H, suas implicações e formas de manejo, maior a chance da criança obter um bom desempenho escolar. Além da importância do estilo de interação que o professor estabelece com a criança e/ou adolescente, é essencial que adote uma abordagem sobre o processo educacional, troque informações ou conheça diferentes formas de atuação e/ou experiência desenvolvida por outros professores e se recicle, profissionalmente, constantemente.
Visando possibilitar este espaço, os coordenadores pedagógicos e os professores que compõem a equipe de apoio ao processo ensino-aprendizagem das Escolas Municipais, participaram no mês de abril, de uma atualização ministrada pelas psicólogas Raquel Zamboni e Susana Cláudia Zakrzevski, que abordaram a temática do TDA/H.

