https://www.pmerechim.rs.gov.br//noticia/1330/comea-a-comercializao-na-festa-di-bacco
21/01/2008
Começa a comercialização na Festa di Bacco
Começa a comercialização na Festa di Bacco
A comercialização dos produtos da Festa Di Bacco 2008 teve início no sábado (19) à tarde no Seminário Nossa Senhora de Fátima. Na abertura oficial, com a presença da comissão organizadora e apoiadores, as manifestações foram de realce aos produtores dos segmentos envolvidos na Festa di Bacco. São eles os protagonistas desta festa da uva e do vinho, e da também comercialização de produtos agroindustriais e artesanato rural. Todos foram unânimes em afirmar que a determinação dos produtores tem sido o principal ponto de apoio de sustentação do evento.
O público consumidor se fez presente em grande número no primeiro dia. O balançao feito ao final da tarde apresentou indicadores positivos. Valmor Gasparin, da organização da Festa di Bacco 2208, destacou que apesar da ameaça de chuva o resultado foi excelente. As vendas fecharam o dia com um aumento de 10% em relação ao ano o primeiro dia no ano passado.
A Festa di Bacco 2008 tem a participação de:18 produtores de uva, quatro cantinas, quatro empresas de artesanato, sete agroindústrias de embutidos de suínos, duas queijarias, três indústrias de panifício, uma indústria de doces.
Rainha da Festa di Bacco
Jaqueline Testolin dedicou especial atenção para os produtores, pois são eles que fazem a história da Festa di Bacco. “A nossa festa é uma homenagem e um resgate à cultura e os costumes e a religiosidade de nossos antepassados. A Fesa da Uva de Erechim veio para ficar”. Lembrou que a uva está presente na mesa do produtor rural desde o início do século 20, sendo motivo de sobrevivência de muitas famílias. Em nome das princeas e agredeceu o aprendizado que estão usufruindo enquanto representam a beleza da mulher italiana.
Grupo Avanti
Presente desde a primeira edição em 2001, Charles Oldoni, líder do Grupo Avanti, destacou que a parte artística contribui para a cultura andar junto com a comercialização. Ambas são as razões maiores da surgimento da festa. A comercialização tem uma posição de destaque, porque envolve a economia dos produtores, mas a cultura ajuda impulsionar as vendas. Oldone citou o crescimento das vendas, partindo das cerca de quatro toneladas comercializadas na primeira edição para as 150 tonaldas da festa do ano passado. Como representante também dos grupos Stela Alpina, Gillé, ele aproveitou para reafirmar que a integração não se limita apenas nos italianos. “Há uma perfeita integração com as demais etnias representadas pelo grupos Jupen (polonês), Klaine Haine (alemão)”.
Comissão da Uva
Representante da Comissão da Uva, Marino Slongo, prdutor de uva e vinhos agroecológicos enfatizou que presente da Festa de Bacco foi construido junto com os demais produtores. “Estamos aqui porque construimos alguma coisa e nos organizamos para isso. Custou muito para chegarmos aqui e vender a nossa uva: produzir e ter consciencia do que queriamos fazer. Queremos construir esta festa com humildade e com a participação da comunidade”. Slongo que ver novos produtores se unindo com o grupo. Para ele a festa não deve ficar restrita a Erechim, mas se abrir para os demais produtores de uva e da agroindústria de outros municípios. “Que os produtores e a comunidade tenham energia positiva para que esta festa cresça cada vez mais”, resumiu.
Sutraf
Ademir Lira, presidente da Sutraf-Alto Uruguai fez um resgate da caminhada dos produtores envolvidos coma festa. Lembrou que há dez anos trabalhavam na organização do setor. Sabiam que existia um produto de qualidade, mas o preço pago ao produtor era muito baixo. Na avaliação dele foi a organização contribuiu para que chegassem a este momento de sucesso em vendas e crescimento do evento. Ele destacou as parcerias, entre elas Prefeitura Municipal através das secrertarias. Da Emater, e os grupos de italianos. “O sonho agora é uma realidade que precisa se firmar para alcançar a projeção que outras festas como a festa do boi, do cabrito, do frango conseguiram. Erechim começa construir a sua festa. Lira está na expectativa que durante a programação que se estende até o dia 9 de fevereiro, a população participe para que ela seja melhor do que no ano passado.
Emater
Na avaliação do coordenador regional da Eamter-Ascar/RS, Eng. Agr. Luiz Ângelo Poletto, a Festa di Bacco, que no começo tinha o objetivo de vender a uva produzida em Erechim hoje serve como ponto de divulgação do projeto de fruticultura de toda a região Alto Uruguai. Ele cumprimentou os agricultures que são os realmente aqueles que fazem a festa e destacou que a região está fazendo uma revolução silenciosa na fruticultura. No ano passadom, a área plantada foi aumentada em 2.161 ha. Fazendo um resgate do setor primário em Erechim, lembrou que a produção de uva esteve muito presente na economia do município. Passou pelos cíclos do trigo e da soja e novamente investe na fruticultura. O exemplo no ano passado quando mais 60 há foram ocupadas com a fruticultura e a projeção é que mais 80 sejam acrescentadas este ano.
Na avaliação do coordenador regional a repercussão não é notada apenas no aumento da prudução de frutas a cada ano, mas sim na geração de novos empregos. De acordo com indicadores, cada hectare de fruta gera um novo emprego. “Acredito que estamos fazendo uma revolução na economia regional”, sublinhou.
Divulgação
Para Luiz Angelo Poletto é necessário criar mais exemplos como a Festa di Bacco e trabalhar na divulgação dos resultados alcançados. Ele anunciou que a procura de produtores para invistir na fruticultura é de tal modo que já tem na região investimentos no plantio do kewe, na maça, e nozes pocan. Mas é a citriculutra o carro chefe da fruticultura regional. Em 2007 a área plantada sofreu um acrescimo de 1.151 hectares. Ele não tem dúvida que a vinicultura começa percorrer o caminho da citricultura no grupo das atividades econômicas em crescimento na região
A presença da Emater nesse contexto está na finalidade dela que é de dar assistência técnica para o produtor aumentar renda da propriedade. O reflexo acontece no crescimento da economia dos municípios, e o que é mais importante, a colocação de produtos de qualidade na mão do consumidor.
Prefeitura
O secretário de Cultura Esporte e Turismo representou o prefeito Eloi Zanella na abertura oficial da Festa di Bacco 2008. Ele agradeceu os parceiros na organizção e os produtores que mais uma vez mostram que estão preparados para o crescimento que a festa da uva de Erechim vem alcançando. Citou o vereador Anacleto Zanella, presidente da Câmara Municipal, pelo apoio que o Legislativo dá aos projetos do governo municipal e pelo que os vereadores fazem por Erechim no Legislativo. Destaou o empresário Deoclécio Corradi, da Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai - pelo apoio à Festa di Bacco.
Elídio chamou atenção para a singularidade da Festa di Bacco que é o planejamento conjunto das ações. “Todos, os empresários das agroindústrias, as artistas do artesanato rural e a organização trabalham unidos”. O resultado vem do planejamento inicial e da execução conjunta. Graças a isso o consumidor final recebe um produto de qualidade. E a cultura da atividade rural no setor da vitivinicultura, na produção de alimentos e no artesanato sai fortalecida. Nessa caminhada entra mais recursos para as pequenas empresas rurais, destacou.
Apoiadores
São apoiadores da Festa di Bacco 2008: Banrisul, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Sicredi, Cresol, Uri Campus de Erechim, Instituto Barão do Rio Branco, Comil, Cotrel, Estética Mariga, Trilheiros, Erechim Jeep Clube, 19ª Região Tradicionalista, Veteran Car Club de Erechim, Associação Ereechinense de Artesanato Rural, Produtores Rurais, Etnia Polonesa, Seminário Nossa Senhora de Fátima.
O público consumidor se fez presente em grande número no primeiro dia. O balançao feito ao final da tarde apresentou indicadores positivos. Valmor Gasparin, da organização da Festa di Bacco 2208, destacou que apesar da ameaça de chuva o resultado foi excelente. As vendas fecharam o dia com um aumento de 10% em relação ao ano o primeiro dia no ano passado.
A Festa di Bacco 2008 tem a participação de:18 produtores de uva, quatro cantinas, quatro empresas de artesanato, sete agroindústrias de embutidos de suínos, duas queijarias, três indústrias de panifício, uma indústria de doces.
Rainha da Festa di Bacco
Jaqueline Testolin dedicou especial atenção para os produtores, pois são eles que fazem a história da Festa di Bacco. “A nossa festa é uma homenagem e um resgate à cultura e os costumes e a religiosidade de nossos antepassados. A Fesa da Uva de Erechim veio para ficar”. Lembrou que a uva está presente na mesa do produtor rural desde o início do século 20, sendo motivo de sobrevivência de muitas famílias. Em nome das princeas e agredeceu o aprendizado que estão usufruindo enquanto representam a beleza da mulher italiana.
Grupo Avanti
Presente desde a primeira edição em 2001, Charles Oldoni, líder do Grupo Avanti, destacou que a parte artística contribui para a cultura andar junto com a comercialização. Ambas são as razões maiores da surgimento da festa. A comercialização tem uma posição de destaque, porque envolve a economia dos produtores, mas a cultura ajuda impulsionar as vendas. Oldone citou o crescimento das vendas, partindo das cerca de quatro toneladas comercializadas na primeira edição para as 150 tonaldas da festa do ano passado. Como representante também dos grupos Stela Alpina, Gillé, ele aproveitou para reafirmar que a integração não se limita apenas nos italianos. “Há uma perfeita integração com as demais etnias representadas pelo grupos Jupen (polonês), Klaine Haine (alemão)”.
Comissão da Uva
Representante da Comissão da Uva, Marino Slongo, prdutor de uva e vinhos agroecológicos enfatizou que presente da Festa de Bacco foi construido junto com os demais produtores. “Estamos aqui porque construimos alguma coisa e nos organizamos para isso. Custou muito para chegarmos aqui e vender a nossa uva: produzir e ter consciencia do que queriamos fazer. Queremos construir esta festa com humildade e com a participação da comunidade”. Slongo que ver novos produtores se unindo com o grupo. Para ele a festa não deve ficar restrita a Erechim, mas se abrir para os demais produtores de uva e da agroindústria de outros municípios. “Que os produtores e a comunidade tenham energia positiva para que esta festa cresça cada vez mais”, resumiu.
Sutraf
Ademir Lira, presidente da Sutraf-Alto Uruguai fez um resgate da caminhada dos produtores envolvidos coma festa. Lembrou que há dez anos trabalhavam na organização do setor. Sabiam que existia um produto de qualidade, mas o preço pago ao produtor era muito baixo. Na avaliação dele foi a organização contribuiu para que chegassem a este momento de sucesso em vendas e crescimento do evento. Ele destacou as parcerias, entre elas Prefeitura Municipal através das secrertarias. Da Emater, e os grupos de italianos. “O sonho agora é uma realidade que precisa se firmar para alcançar a projeção que outras festas como a festa do boi, do cabrito, do frango conseguiram. Erechim começa construir a sua festa. Lira está na expectativa que durante a programação que se estende até o dia 9 de fevereiro, a população participe para que ela seja melhor do que no ano passado.
Emater
Na avaliação do coordenador regional da Eamter-Ascar/RS, Eng. Agr. Luiz Ângelo Poletto, a Festa di Bacco, que no começo tinha o objetivo de vender a uva produzida em Erechim hoje serve como ponto de divulgação do projeto de fruticultura de toda a região Alto Uruguai. Ele cumprimentou os agricultures que são os realmente aqueles que fazem a festa e destacou que a região está fazendo uma revolução silenciosa na fruticultura. No ano passadom, a área plantada foi aumentada em 2.161 ha. Fazendo um resgate do setor primário em Erechim, lembrou que a produção de uva esteve muito presente na economia do município. Passou pelos cíclos do trigo e da soja e novamente investe na fruticultura. O exemplo no ano passado quando mais 60 há foram ocupadas com a fruticultura e a projeção é que mais 80 sejam acrescentadas este ano.
Na avaliação do coordenador regional a repercussão não é notada apenas no aumento da prudução de frutas a cada ano, mas sim na geração de novos empregos. De acordo com indicadores, cada hectare de fruta gera um novo emprego. “Acredito que estamos fazendo uma revolução na economia regional”, sublinhou.
Divulgação
Para Luiz Angelo Poletto é necessário criar mais exemplos como a Festa di Bacco e trabalhar na divulgação dos resultados alcançados. Ele anunciou que a procura de produtores para invistir na fruticultura é de tal modo que já tem na região investimentos no plantio do kewe, na maça, e nozes pocan. Mas é a citriculutra o carro chefe da fruticultura regional. Em 2007 a área plantada sofreu um acrescimo de 1.151 hectares. Ele não tem dúvida que a vinicultura começa percorrer o caminho da citricultura no grupo das atividades econômicas em crescimento na região
A presença da Emater nesse contexto está na finalidade dela que é de dar assistência técnica para o produtor aumentar renda da propriedade. O reflexo acontece no crescimento da economia dos municípios, e o que é mais importante, a colocação de produtos de qualidade na mão do consumidor.
Prefeitura
O secretário de Cultura Esporte e Turismo representou o prefeito Eloi Zanella na abertura oficial da Festa di Bacco 2008. Ele agradeceu os parceiros na organizção e os produtores que mais uma vez mostram que estão preparados para o crescimento que a festa da uva de Erechim vem alcançando. Citou o vereador Anacleto Zanella, presidente da Câmara Municipal, pelo apoio que o Legislativo dá aos projetos do governo municipal e pelo que os vereadores fazem por Erechim no Legislativo. Destaou o empresário Deoclécio Corradi, da Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai - pelo apoio à Festa di Bacco.
Elídio chamou atenção para a singularidade da Festa di Bacco que é o planejamento conjunto das ações. “Todos, os empresários das agroindústrias, as artistas do artesanato rural e a organização trabalham unidos”. O resultado vem do planejamento inicial e da execução conjunta. Graças a isso o consumidor final recebe um produto de qualidade. E a cultura da atividade rural no setor da vitivinicultura, na produção de alimentos e no artesanato sai fortalecida. Nessa caminhada entra mais recursos para as pequenas empresas rurais, destacou.
Apoiadores
São apoiadores da Festa di Bacco 2008: Banrisul, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Sicredi, Cresol, Uri Campus de Erechim, Instituto Barão do Rio Branco, Comil, Cotrel, Estética Mariga, Trilheiros, Erechim Jeep Clube, 19ª Região Tradicionalista, Veteran Car Club de Erechim, Associação Ereechinense de Artesanato Rural, Produtores Rurais, Etnia Polonesa, Seminário Nossa Senhora de Fátima.












