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23/10/2007
Prefeito diz que o momento é de sacrifícios
Prefeito diz que o momento é de sacrifícios
A audiência da governadora Yeda Crussius com lideranças empresariais e prefeitos da região Alto Uruguai reuniu cerca de duzentas lideranças no Pólo de Cultura de Erechim. Ela veio acompanhada dos secretários estaduais da área econômica e social que explicaram de maneira pedagógica que as fontes de receitas do estado exauriram. A projeção do aporte de 0.5 por cento incluído no projeto que será analisado pela Assembléia Legislativa, significa renovar a expectativa de um ano melhor em 2008, já que 2007 foi um ano com investimento zero.
Yeda disse estar disposta a conversar com os gaúchos através dos seus mais variados canais de representação para explicar a necessidade de aprovação das medidas. De acordo com o demonstrativo de destinação de recursos para o próximo ano a região receberá setenta e dois milhões dos quatrocentos milhões que serão destinados para a região funcional nove, em que está inserido o Alto Uruguai.
Sacrifício
O prefeito Eloi Zanella declarou que este é um momento de sacrifício e que todos devem participar do esforço de recuperação financeira do estado. Explicou que sabendo das reais condições do estado o município e região estão fazendo a sua parte, investindo num plano estratégico de desenvolvimento integrado. Mas precisam de infra-estrutura básica como energia e comunicações.
“Temos problemas sim, mas sabemos que a situação só irá melhorar quando o estado sair da situação de falência – sublinhou. O prefeito destacou que sabia dos orçamentos maquiados e da projeção de investimentos com recursos que acabavam sendo devolvidos.
Apoio
Segundo ele, a governadora demonstrou coragem de mostrar a realidade da situação financeira do estado, e solicitar o apoio da sociedade mesmo que tenha que se pagar mais. Zanella tomou como exemplo a CPMF (Contribuição Temporária sobre Movimentação Financeira) que está prestes a ser renovada pelo Congresso Nacional, e que não é partilhada com estados e municípios.
Tributos
A metade da tributação que o governo federal recebe não é repartida com os municípios, tratando-se de uma injustiça com os gestores dos níveis inferiores da administração pública. Justamente àqueles que estão mais próximos da população. As contribuições com a CPMF não são repartidas com estados e municípios. Apenas os impostos são divididos, sendo 26% para o estado e 14% para os municípios. “Isto precisa ser colocado com toda clareza. Se toda a arrecadação do governo federal fosse partilhada estados e municípios receberiam o dobro e não enfrentariam os problemas financeiros, acrescentou”.
Encerrando as manifestações das lideranças o prefeito Eloi Zanella reforçou a posição de apoiar as medidas inseridas no pacote tributário da governador. “Somos parceiros nesse sacrifício. Se for preciso ir às ruas para defender assim faremos. Mas depois, nós conquistamos o direito de cobrar, porque só pode cobrar quem participa. O cidadão para ter seus direitos é preciso cumprir com as suas obrigações. Terminou o tempo que as pessoas viviam apenas do direito. O estado de direito exige cidadãos responsáveis”, finalizou.
Sugestão
O prefeito sugeriu uma revisão sobre as coordenadorias regionais que governo mantém mesmo sem condições de investimento nas referidas áreas. “Existem braços do estado que perderam suas finalidades nos setores de transporte, agricultura, saúde, educação, e ação social.
Sacrifício
O prefeito Eloi Zanella declarou que este é um momento de sacrifício e que todos devem participar do esforço de recuperação financeira do estado. Explicou que sabendo das reais condições do estado o município e região estão fazendo a sua parte, investindo num plano estratégico de desenvolvimento integrado. Mas precisam de infra-estrutura básica como energia e comunicações.
“Temos problemas sim, mas sabemos que a situação só irá melhorar quando o estado sair da situação de falência – sublinhou. O prefeito destacou que sabia dos orçamentos maquiados e da projeção de investimentos com recursos que acabavam sendo devolvidos.
Apoio
Segundo ele, a governadora demonstrou coragem de mostrar a realidade da situação financeira do estado, e solicitar o apoio da sociedade mesmo que tenha que se pagar mais. Zanella tomou como exemplo a CPMF (Contribuição Temporária sobre Movimentação Financeira) que está prestes a ser renovada pelo Congresso Nacional, e que não é partilhada com estados e municípios.
Tributos
A metade da tributação que o governo federal recebe não é repartida com os municípios, tratando-se de uma injustiça com os gestores dos níveis inferiores da administração pública. Justamente àqueles que estão mais próximos da população. As contribuições com a CPMF não são repartidas com estados e municípios. Apenas os impostos são divididos, sendo 26% para o estado e 14% para os municípios. “Isto precisa ser colocado com toda clareza. Se toda a arrecadação do governo federal fosse partilhada estados e municípios receberiam o dobro e não enfrentariam os problemas financeiros, acrescentou”.
Encerrando as manifestações das lideranças o prefeito Eloi Zanella reforçou a posição de apoiar as medidas inseridas no pacote tributário da governador. “Somos parceiros nesse sacrifício. Se for preciso ir às ruas para defender assim faremos. Mas depois, nós conquistamos o direito de cobrar, porque só pode cobrar quem participa. O cidadão para ter seus direitos é preciso cumprir com as suas obrigações. Terminou o tempo que as pessoas viviam apenas do direito. O estado de direito exige cidadãos responsáveis”, finalizou.
Sugestão
O prefeito sugeriu uma revisão sobre as coordenadorias regionais que governo mantém mesmo sem condições de investimento nas referidas áreas. “Existem braços do estado que perderam suas finalidades nos setores de transporte, agricultura, saúde, educação, e ação social.







