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Traçado Viário

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Erechim é uma das poucas cidades brasileiras que tiveram suas plantas urbanas planejadas, antes de serem implantadas. Projetada para ser o centro urbano da Colônia de Erechim, embalada pelos ideais positivistas do francês Augusto Comte, a cidade é generosa em espaços públicos, permitindo convivência em harmonia das pessoas com os veículos.

O traçado urbano segue o modelo das capitais como Paris e Washington. O centro urbano na forma de um círculo, cortado por duas diagonais, evidencia o conceito urbanístico “xadrez com diagonais”, que lhe confere a mística de urbe diferenciada, pensada por urbanista seguidor da doutrina positivista, que vê o homem no centro de tudo, notadamente do meio onde ele vive.

Da rótula central nascem dez grandes avenidas que se estendem aos bairros mais distantes. Os poderes constituídos – Executivo, Legislativo, Judiciário – estão no coração da cidade em volta da Praça da Bandeira.

Com várias microrregiões, onde as diagonais protagonizam seis entradas e seis saídas, um programa de controle do fluxo de veículos teve que ser aplicado para desafogar as zonas de alto risco de acidentes. Primeiro foram desenvolvidos embriões de rótulas e, mais tarde, devido à pressão dos usuários, foram colocados semáforos. O trânsito passou a ser orientado por sistema misto, semáforos/rótulas.

Num primeiro momento, a opção foi pelos semáforos mas, com o tempo, o próprio usuário sentiu que as rotatórias eram instrumentos mais adequados ao tipo de mobilização urbana de Erechim. Além de ser redutor natural da velocidade, permite que o motorista escolha o momento certo da movimentação.