https://www.pmerechim.rs.gov.br//noticia/665/erechim-esteve-representado-no-19-seminrio-de-municipalizao-da-sade
01/06/2007
Erechim esteve representado no 19º Seminário de Municipalização da Saúde
Erechim esteve representado no 19º Seminário de Municipalização da Saúde
A Coordenadora Geral da Secretaria de Saúde, Elenise Dalló, e o Assessor Técnico Jacson Arpini, representaram o município de Erechim, no 19° Seminário de Municipalização da Saúde do RS, que encerrou nesta quarta-feira (30), no Hotel Dall`Onder, em Bento Gonçalves.
O evento que reuniu mais de 400 pessoas, entre prefeitos e gestores municipais de saúde da maioria dos Municípios do RS, foi promovido pela FAMURS – Federação das Associações de Municípios do RS e Associação dos Secretários e Dirigentes Municipais de Saúde (ASSEDISA), com o apoio da prefeitura da cidade.
Foram debatidos no encontro os principais assuntos que envolvem as administrações municipais na área da saúde, como a situação dos hospitais filantrópicos, violência no trânsito, experiências no SUS em municípios gaúchos e o Pacto pela Saúde.
De acordo com Elenise Dalló, o Pacto pela Saúde instituído pela Portaria 399/02/06, do Governo Federal, foi o assunto mais discutido. O Pacto pela Saúde é um conjunto de reformas institucionais do SUS pactuado entre as três esferas de gestão (União, Estados e Municípios). Tem por objetivo promover inovações nos processos e instrumentos de gestão, visando alcançar maior eficiência e qualidade das respostas do Sistema Único de Saúde. Ao mesmo tempo, o Pacto pela Saúde redefine as responsabilidades de cada gestor em função das necessidades de saúde da população e na busca da equidade social.
A implementação do Pacto pela Saúde se dá pela adesão de Municípios, Estados e União ao Termo de Compromisso de Gestão (TCG). O TCG substitui os processos de habilitação das várias formas de gestão anteriormente vigentes e estabelece metas e compromissos para cada ente da federação, sendo renovado anualmente. Entre as prioridades definidas estão a redução da mortalidade infantil e materna, o controle das doenças emergentes e endemias (como dengue e hanseníase) e a redução da mortalidade por câncer de colo de útero e da mama, entre outras.
No debate o presidente da FAMURS, Glademir Aroldi, destacou que nenhum Município do RS até o momento aderiu ao Pacto por orientação da entidade. Isto porque o programa não aponta a fonte de recursos, nem o montante necessário para as prefeituras implantarem as ações e executarem os serviços. "Os prefeitos não são contra o Pacto ou qualquer ação que venha em benefício da melhoria do serviço da saúde pública. Mas temos que saber de onde sairão os recursos".
O evento que reuniu mais de 400 pessoas, entre prefeitos e gestores municipais de saúde da maioria dos Municípios do RS, foi promovido pela FAMURS – Federação das Associações de Municípios do RS e Associação dos Secretários e Dirigentes Municipais de Saúde (ASSEDISA), com o apoio da prefeitura da cidade.
Foram debatidos no encontro os principais assuntos que envolvem as administrações municipais na área da saúde, como a situação dos hospitais filantrópicos, violência no trânsito, experiências no SUS em municípios gaúchos e o Pacto pela Saúde.
De acordo com Elenise Dalló, o Pacto pela Saúde instituído pela Portaria 399/02/06, do Governo Federal, foi o assunto mais discutido. O Pacto pela Saúde é um conjunto de reformas institucionais do SUS pactuado entre as três esferas de gestão (União, Estados e Municípios). Tem por objetivo promover inovações nos processos e instrumentos de gestão, visando alcançar maior eficiência e qualidade das respostas do Sistema Único de Saúde. Ao mesmo tempo, o Pacto pela Saúde redefine as responsabilidades de cada gestor em função das necessidades de saúde da população e na busca da equidade social.
A implementação do Pacto pela Saúde se dá pela adesão de Municípios, Estados e União ao Termo de Compromisso de Gestão (TCG). O TCG substitui os processos de habilitação das várias formas de gestão anteriormente vigentes e estabelece metas e compromissos para cada ente da federação, sendo renovado anualmente. Entre as prioridades definidas estão a redução da mortalidade infantil e materna, o controle das doenças emergentes e endemias (como dengue e hanseníase) e a redução da mortalidade por câncer de colo de útero e da mama, entre outras.
No debate o presidente da FAMURS, Glademir Aroldi, destacou que nenhum Município do RS até o momento aderiu ao Pacto por orientação da entidade. Isto porque o programa não aponta a fonte de recursos, nem o montante necessário para as prefeituras implantarem as ações e executarem os serviços. "Os prefeitos não são contra o Pacto ou qualquer ação que venha em benefício da melhoria do serviço da saúde pública. Mas temos que saber de onde sairão os recursos".
