Você está em: Home / Notícias / União e Estado reconhecem Situação de Emergência de Erechim devido à estiagem

NOTICIAS

A+ A- texto
normal

GERAL
21 de Janeiro de 2022

União e Estado reconhecem Situação de Emergência de Erechim devido à estiagem

Nesta sexta-feira (21), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), a Edição 15, Seção 1, página 46, Portaria Nº 176 que reconhece Situação de Emergência em quatro município, entre eles o município de Erechim.

 

O Decreto de Situação de Emergência Nº 5.394/2022 foi assinado no dia 5 de janeiro. No último dia 13 de janeiro, o Diário Oficial do Rio Grande do Sul (DOE), Nº 009, também homologou os decretos de 13 municípios, entre eles, Erechim.

 

O decreto do município considera o parecer da Defesa Civil de Erechim, o índice pluviométrico, que se refere a chuva nos últimos meses, muito abaixo da média histórica registrada para o período, podendo resultar em falta de água potável para o consumo humano; que o município disponibilizou todo o aparato disponível para minimizar os efeitos, bem como para assistência aos afetados; em consequência da estiagem, prevê-se prejuízos econômicos e sociais, como apontado pelo levantamento feito pela Emater/RS-Ascar, de redução em relação à expectativa inicial das atividades: 60% na cultura de milho, 60% na cultura de milho silagem e 20% na cultura da soja, índices que resultam em prejuízo estimado em R$ 41.553.728,54. Além disso, também há relação de perdas na pecuária, bovinocultura de leite e bovinos de corte. Os produtores têm buscado alternativas com custo maior para a alimentação dos animais, indicando uma perda de 20% na produção de leite e prejuízo financeiro estimado em R$ 1.179.360,00.

 

Com o reconhecimento do Decreto, o município deve receber recursos do Estado e da União para atender as necessidades dos afetados.  “Nós já estamos há três meses avaliando perdas dos produtores e atendendo quem precisa de água para consumo humano e animal, que já são mais de 50 famílias. Com essa homologação, pretendemos intensificar ainda mais o nosso trabalho de ajuda”, explica o coordenador da Defesa Civil, Ronaldo Manica.