https://www.pmerechim.rs.gov.br//noticia/143/projeto-de-lei-que-atualiza-a-base-de-clculo-do-iptu-foi-encaminhado-a-cmara-de-vereadores
13/12/2006
Projeto de Lei que atualiza a base de cálculo do IPTU foi encaminhado a Câmara de Vereadores
Projeto de Lei que atualiza a base de cálculo do IPTU foi encaminhado a Câmara de Vereadores
O Prefeito de Erechim, Eloi Zanella enviou na tarde de ontem (12) ao Poder Legislativo, o Projeto de Lei nº144/2006, que atualiza a base de cálculo do IPTU, o valor da URM, estabelece prazos de pagamento de tributos, e autoriza a assinatura de convênios para recebimento de tributos.
De acordo com o Projeto, o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano, para o exercício de 2007, fica atualizado em 8%, tendo como base os valores do metro quadrado lançados no corrente exercício. Já a URM – Unidade de Referência Municipal, que serve de base para cobrança de créditos, tributos, taxas e outros serviços, fica fixada em R$2,12.
O contribuinte que optar pelo pagamento do IPTU, conjuntamente com a taxa de coleta de lixo e taxa de segurança contra sinistros, em parcela única, terá desconto de 8% no mês de abril, e 6% em maio. O contribuinte terá ainda a opção de pagar o imposto em seis parcelas mensais, iguais e sucessivas, a partir do mês de maio de 2007.
Na justificativa do Projeto de Lei, Eloi Zanella destaca que uma das exigências impostas pela Lei Complementar 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal – é o equilíbrio entre a receita e as despesas o que impede a possibilidade de empenhos, sem a disponibilização, além de orçamentária, financeira. “A possibilidade da prestação de serviços à comunidade está intimamente atrelada aos recursos disponíveis, arrecadados pelo Município. Embora tenhamos uma Federação, na qual o Município é um de seus entes, a distribuição dos tributos arrecadados se concentram em sua grande maioria na União e nos Estados, sendo o Município gradativamente penalizado com a diminuição do percentual que lhe é destinado. Isto traz reflexos negativos e significativos na elaboração do orçamento, impondo maior seriedade e responsabilidade na análise da receita e despesa, inclusive não permitindo que as projeções financeiras se atrelem a índices oficiais da União ou instituições, pois que, segmentados, não refletem os custos reais de funcionamento do Município”.
O Prefeito diz que a operacionalização do Município, na busca de uma sempre melhor qualidade dos serviços, comporta uma série de fatores que não podem ser submetidos a índices, como, por exemplo, as tarifas públicas de água, luz e telefone, que são indispensáveis e têm seu custo majorado, quer pelos acréscimos nos preços, quer pelo seu crescimento vegetativo mensal.
Zanella enfatiza que o material de expediente é outro elemento significativo no custo operacional e que, também, compõe as despesas correntes. Os combustíveis, lubrificantes, peças e pneus para o funcionamento de veículos e máquinas têm um custo, não incontrolável, mas de necessidade mensal e que não está computado em índices. “Devemos, também, salientar que a frota de máquinas e veículos devem constantemente ser renovadas, a fim de que não se transforme em sucata. Os custos destas reposições, por unidade, são da ordem de milhares de reais. Ademais, os serviços exigidos do Município são permanentemente ampliados, salientando-se que tão somente a Educação, Saúde e Assistência Social superam 50% (cinqüenta por cento) dos gastos previstos pelo Município. A manutenção destes e outros serviços necessários e indispensáveis não serão possíveis sem a arrecadação que os suporte”.
Justificando a atualização dos valores, o Prefeito Eloi Zanella, que o índice de elevação do valor da URM e do valor venal dos imóveis em 8% não se atrelou a índices governamentais ou de instituições, mas às necessidades impostas para que os serviços prestados para a comunidade, em especial as mais necessitadas, mantivessem a qualidade, pelo mínimo, hoje existente. “Não podemos, sob pena do Município, logo adiante, arcar com penosas conseqüências, seguirmos o caminho fácil da irresponsabilidade tributária, que até olhando-se circularmente e não para o horizonte, pode-se entender como possível. Todavia, o exercício de cargo público nos impõe o dever do planejamento e previsão para o futuro, compartilhando com toda a comunidade o suporte financeiro para, com equilíbrio entre receita e despesa, continuarmos usufruindo de serviços necessários, com a possibilidade de investimentos mínimos para podermos crescer economicamente. A qualidade de vida que hoje atingimos é exatamente fruto destas previsões, cuja consecução é sempre compartilhada com toda a comunidade”.
De acordo com o Projeto, o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano, para o exercício de 2007, fica atualizado em 8%, tendo como base os valores do metro quadrado lançados no corrente exercício. Já a URM – Unidade de Referência Municipal, que serve de base para cobrança de créditos, tributos, taxas e outros serviços, fica fixada em R$2,12.
O contribuinte que optar pelo pagamento do IPTU, conjuntamente com a taxa de coleta de lixo e taxa de segurança contra sinistros, em parcela única, terá desconto de 8% no mês de abril, e 6% em maio. O contribuinte terá ainda a opção de pagar o imposto em seis parcelas mensais, iguais e sucessivas, a partir do mês de maio de 2007.
Na justificativa do Projeto de Lei, Eloi Zanella destaca que uma das exigências impostas pela Lei Complementar 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal – é o equilíbrio entre a receita e as despesas o que impede a possibilidade de empenhos, sem a disponibilização, além de orçamentária, financeira. “A possibilidade da prestação de serviços à comunidade está intimamente atrelada aos recursos disponíveis, arrecadados pelo Município. Embora tenhamos uma Federação, na qual o Município é um de seus entes, a distribuição dos tributos arrecadados se concentram em sua grande maioria na União e nos Estados, sendo o Município gradativamente penalizado com a diminuição do percentual que lhe é destinado. Isto traz reflexos negativos e significativos na elaboração do orçamento, impondo maior seriedade e responsabilidade na análise da receita e despesa, inclusive não permitindo que as projeções financeiras se atrelem a índices oficiais da União ou instituições, pois que, segmentados, não refletem os custos reais de funcionamento do Município”.
O Prefeito diz que a operacionalização do Município, na busca de uma sempre melhor qualidade dos serviços, comporta uma série de fatores que não podem ser submetidos a índices, como, por exemplo, as tarifas públicas de água, luz e telefone, que são indispensáveis e têm seu custo majorado, quer pelos acréscimos nos preços, quer pelo seu crescimento vegetativo mensal.
Zanella enfatiza que o material de expediente é outro elemento significativo no custo operacional e que, também, compõe as despesas correntes. Os combustíveis, lubrificantes, peças e pneus para o funcionamento de veículos e máquinas têm um custo, não incontrolável, mas de necessidade mensal e que não está computado em índices. “Devemos, também, salientar que a frota de máquinas e veículos devem constantemente ser renovadas, a fim de que não se transforme em sucata. Os custos destas reposições, por unidade, são da ordem de milhares de reais. Ademais, os serviços exigidos do Município são permanentemente ampliados, salientando-se que tão somente a Educação, Saúde e Assistência Social superam 50% (cinqüenta por cento) dos gastos previstos pelo Município. A manutenção destes e outros serviços necessários e indispensáveis não serão possíveis sem a arrecadação que os suporte”.
Justificando a atualização dos valores, o Prefeito Eloi Zanella, que o índice de elevação do valor da URM e do valor venal dos imóveis em 8% não se atrelou a índices governamentais ou de instituições, mas às necessidades impostas para que os serviços prestados para a comunidade, em especial as mais necessitadas, mantivessem a qualidade, pelo mínimo, hoje existente. “Não podemos, sob pena do Município, logo adiante, arcar com penosas conseqüências, seguirmos o caminho fácil da irresponsabilidade tributária, que até olhando-se circularmente e não para o horizonte, pode-se entender como possível. Todavia, o exercício de cargo público nos impõe o dever do planejamento e previsão para o futuro, compartilhando com toda a comunidade o suporte financeiro para, com equilíbrio entre receita e despesa, continuarmos usufruindo de serviços necessários, com a possibilidade de investimentos mínimos para podermos crescer economicamente. A qualidade de vida que hoje atingimos é exatamente fruto destas previsões, cuja consecução é sempre compartilhada com toda a comunidade”.
